Considero o assunto EXCLUSÃO delicado para se discutir, pois ele abrange diversos olhares.
Segundo o minidicionário Luft, de Celso Pedro Luft, exclusão é ação ou efeito de excluir, exceção, rejeição, repulsa. E excluir é pôr à margem, afastar, eliminar, omitir, ser incompatível, isentar, privar, pôr fora.
Quem somos nós para excluir? Quem é o outro que se torna o excluído? E por que permitimos que isso aconteça?
Por que nos apegamos a estereótipos ditados por uma sociedade capitalista, consumidora e desumana, que transforma a mídia em uma arma de alienação?
Nunca havia pensado que exclusão é ter incompatibilidade de interesses, pois intrinsecamente, possuímos a capacidade de autoconservação, o qual nos leva a favorecer o grupo ao qual pertencemos socialmente.
Não somos juízes para condenar, portanto não nos cabe julgar.
O que nos falta é consciência de que somos diferentes uns dos outros, inclusive dentro do próprio grupo ao qual pertencemos.
Que temos entendimentos distintos dos saberes e atitudes diferenciadas diante das situações, por isso devemos nos respeitar como seres únicos, pois é na diferença que há aprendizado, evolução.
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